Havia um jovem chamado Eduardo. Ele era bem sucedido, saudável, tinha uma bela família e considerava-se a pessoa mais feliz do mundo.
Executivo de uma multinacional, dirigia uma equipe de cinquenta pessoas e era querido e respeitado por todos eles.
Eduardo sentia-se forte, tudo que ele falava era atentamente ouvido por todos os que lhe rodeavam. Era um líder nato cujas palavras ecoavam e atingiam o objetivo.
Ele planejava tudo, era controlado, não tinha vícios e praticava esportes regularmente.
Acontece que Eduardo, apesar de parecer, não era perfeito. Mantinha um relacionamento fora do casamento com uma colega de trabalho, passava informações privilegiadas sobre a empresa a concorrentes e, por seus pais serem pobres, os ignorava.
(Continua...)
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